Freud chamou de 'compulsão à repetição' esse movimento que nos faz reviver, sem perceber, situações antigas em cenários novos. É como se algo em nós insistisse em voltar ao mesmo lugar, procurando um desfecho diferente.
Nos relacionamentos, isso aparece com força: a escolha por parceiros parecidos, os mesmos conflitos ganhando roupagens novas, as mesmas dores em contextos diferentes. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para começar a fazer escolhas mais livres.
A psicanálise oferece esse espaço de escuta onde o padrão pode ser visto, compreendido e, aos poucos, transformado. Não para virar outra pessoa, mas para se relacionar a partir de um lugar mais consciente.
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